sábado, 9 de maio de 2009


Limites e limites

Depois de ler e de escutar declarações, dos principais responsáveis políticos a esta noticia de cancelamento da segunda frequência da Naviera Armas.

Quando se fala em “golpada” e daquela maneira, concluo que o Presidente dos portos é desautorizado ou seja, não se pode autorizar servindo um só interesse.
Que haja bom senso.
Suponho que quem pretende servir os interesses dos Madeirenses, e sendo um armador irmão (Ilhas Canárias) deve ser acariciado, de modo a proporcionar bem estar de ambas as partes ou lamentos das três partes (Armador G. R. e Madeirenses).
Vantagens dessa segunda frequência?
Por que não igual tratamento como no primeiro licenciamento!
Que se saiba no Verão passado não houve limites a veículos dos passageiros que viajaram como turistas.
Qual a intenção de limitar a segunda frequência a carga pesada?
Ninguém solicita uma segunda autorização, sabendo de ante mão que a sua capacidade de carga é quartada e imposta por uma instituição, que não sabe ou não quer reconhecer vantagens dessa nova frequência.
Por outro lado é o armador que vem publicitando, melhores acomodações (poltronas mais confortáveis e acesso a novas tecnologias).
Por acaso estas alterações são para aumentar as capacidades de carga?
Gostaria que todos os amantes ou simpatizantes desta ligação marítima, urgentemente formassem uma corrente de apoio e influência ao levantamento das restrições impostas pela entidade gestora do porto do Funchal APRAM.
Os Madeirenses não sedem a pressões, resistem!

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